sábado, 1 de dezembro de 2018

Teatro São Pedro






Theatro São Pedro é um teatro na cidade de  São Paulo.  Foi construído pelo  português Manuel Fernandes Lopes e inaugurado no dia  16 de janeiro de 1917  com a apresentação das peças A Moreninha e O Escravo de Lúcifer. É um dos poucos teatros que permanecem ativos de uma geração de casas de espetáculos inauguradas entre os séculos XIX e XX. Ele fica localizado na Rua Dr. Albuquerque Lins, número 207, no bairro Campo Elísios.





A inauguração do teatro deu-se em  20 de janeiro de 1917,  quando, na verdade, deveria ter acontecido no dia 16 de janeiro de 1917. Devido a um embargo da prefeitura da cidade de São Paulo na época, o espaço só foi inaugurado quatro dias depois. É considerado o segundo teatro mais antigo da capital paulista, sendo que o primeiro é o Theatro Municipal, inaugurado em 1911.
O Theatro São Pedro abriu as portas sendo classificado como o mais moderno e luxuoso da cidade de São Paulo. O jornal  O Estado de São Paulo  publicou a respeito de sua inauguração: "ainda esta semana inauguração do luxuoso Theatro São Pedro - Arte - Luxo - Elegância - Conforto e Hygiene". Possuía, na ocasião, 28 frisas, 28 camarotes, balcões com mais de 100 assentos, plateia para oitocentas cadeiras e uma geral para mil pessoas. Muitas vezes, o público assistia às peças em pé.[2]
O teatro foi marcado por ter sido reinaugurado diversas vezes. Os encerramentos vieram depois com reinícios que se modificaram conforme o momento que vivia a capital paulista, podendo assim ir se transformando desde sua inauguração. Outro marco do Theatro São Pedro foi em 1960 e 1970 com a passagem do grupo de teatro Papyrus e de outros grupos teatrais, que se abrigaram no teatro como forma de resistir a ditadura militar que acontecia na época.[5]
A Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo também se abrigou no São Pedro, e lá se reestruturou e encontrou o seu lugar. A partir de então ela começou a tocar constantemente.



segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Farol Santander










São Paulo ganhou uma nova e imperdível atração: o Farol Santander,  no centro da cidade! Bom, não tão nova assim, já que no edifício Altino Arantes, conhecido por moradores e turistas como “Banespão",  funcionou por muito tempo um dos mirantes mais famosos de São Paulo.
O prédio foi todo reformulado, e em grande parte reformado, pelo grupo Santander, conseguindo renovar e modernizar esse que é um dos grandes ícones e atrações turísticas de  São Paulo Paulo. Virou a mais nova atração imperdível para conhecer e revisitar na cidade! Confira abaixo todas as dicas para ir.


Empire State made  in São Paulo
Inspirada no icônico arranha-céu novaiorquino ( erguido em pouco mais de um ano), a versão paulistana levou oito anos para ser finalizada, apesar de ter menos da metade da altura do original.Inaugurado em 1947, o Edifício Altino Arante, projeto do arquiteto Plínio Botelho do Amaral, abrigava a sede do Banco de São Paulo. Foi o prédio mais alto da cidade até 1965, quando o Itália o desbancou. Desde a privatização do Banespa, faz parte do grupo Santander, que transformou suas dependências em m centro de empreendedorismo, cultura e lazer.





sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Aniversário do MASP - 50 anos




Um dos principais pontos turísticos e culturais de São Paulo, o Masp (Museu de Arte de São Paulo) completou  nesta quarta-feira dia 07 de novembro de 2018,  50 anos desde sua abertura na avenida Paulista, no número 1578. Fundado pelo empresário Assis Chateaubriand (1892-1968), o primeiro museu moderno do Brasil foi projetado pela arquiteta Lina Bo Bardi (1914–1992) e se tornou um cartão-postal paulistano.



O museu foi inaugurado em 1947 na rua Sete de Abril, no centro, e só em 1968 passou a funcionar na avenida mais famosa da cidade. Para comemorar as cinco décadas de funcionamento na Bela Vista, o Masp  teve  entrada gratuita na quarta dia 07,  além de funcionamento estendido até as 22h.
Às 18h, as persianas do segundo andar – onde se encontram os cavaletes de cristal da arquiteta responsável pelo projeto – serão abertas, permitindo uma vista especial do museu para a avenida Paulista (e vice-versa).






terça-feira, 6 de novembro de 2018

Passarela Amarela e Azul que leva ao Expresso Tiradentes




Ruy Ohtake projetou no governo do prefeito Celso Pitta ( 1997-2000) a passarela azul que leva ao expresso Tiradentes ( o antigo Fura Fila).
Ele atravessa o terminal de ônibus Dom Pedro II, o mais movimentado da cidade, projetado poucos anos antes por Paulo Mendes da Rocha, ainda na gestão de Paulo Maluf ( 1993-1996).
Anterior a ambos, e igualmente pouco  interligada, é a estação de metrô Pedro II.
A área inóspita,  especialmente para pedestres, é passagem obrigatória para 400 000 pessoas diariamente.


Expresso Tiradentes é o nome pelo qual é conhecido o BRT  de São Paulo. É um sistema de transporte de média capacidade cuja construção teve início em meados de 1997,  como obra eleitoral do prefeito  Celso Pitta  sob o nome de Fura-Fila. Durante a gestão de Marta Suplicy,  em meados de 2001,  seu nome foi alterado para Paulistão. Ao fim de 10 anos teve o primeiro trecho entregue apenas em  2007,  pelo prefeito  Gilberto Kassab.
Seu objetivo atual é ligar o bairro do  Sacomâ  ao  Parque Dom Pedro II,  fazendo integração com outras formas de transporte e servir de alternativa de deslocamento rápido aos moradores do extremo leste da cidade de São Paulo, principalmente da  Cidade Tiradentes. 
Encontra-se em operação o trecho  Sacomã - Parque Dom Pedro II  e o trecho Vila Prudente - Parque Dom Pedro II.










sábado, 3 de novembro de 2018

A nova Melhoramentos

Localizada na Vila Romana, a antiga fábrica torna-se centro cultural .








Com a fachada tombada pela prefeitura em 2009 e em obras há mais de um ano, o prédio da Companhia Melhoramentos, na Vila Romana, está com um expediente diferenciado desde o dia 17. O imóvel, que fica na Rua Tito, 479, abriga agora salas de exposição, auditórios e um acervo sobre a história da região. A empresa fundada em 1890, instalou um parque industrial na Zona Oeste da capital na década de 20. O endereço serviu ainda de Casa da Moeda durante a revolução de 1932, quando existia um grande pátio de gráficas e depósitos em todo o quarteirão, O dinheiro paulista foi criado  para remediar a falta de distribuição de recursos por parte do governo federal. Há, inclusive, notas do tipo expostas no local, além de ferramentas de impressão da época.



                                                                                                                                                                    Erguida em 1948, a sede administrativa firmou-se como um dos pilares da urbanização  do bairro.  A importância do complexo era tamanha que os moradores do entorno chegaram a promover manifestação para que o seu tombamento fosse total, mas sem sucesso.
Fora da proteção de órgãos públicos
 de preservação do patrimônio, o espaço onde ficava os galpões foi comprado por uma incorporadora de empreendimentos de luxo.A reforma recente no edifício principal, de 1350 metros quadrados custou 16 milhões de reais e manteve a fachada e a parte do telhado.
Para receber os visitantes interessados na inauguração, o lugar montou uma exposição intitulada Os Planetas de Ziraldo, em homenagem ao autor de livros Flicts,  prestes a completar cinquenta anos. 
A mostra interativa inclui, entre outros itens, rascunhos originais do artista.
A curadoria é assinada pela filha do cartunista, Daniela Thomas, e pelas designer Adriana Lins.



Veja São Paulo, 07 de novembro de 2018

sábado, 13 de outubro de 2018

Avenida Paulista vista do alto







Av. Paulista 1891


Av. Paulista 1902

Que bela troca a Avenida Paulista fez nas últimas seis décadas. De um punhado de palacetes para uma pequena minoria, virou um motor  de empregos, moradia, diversão, manifestações e cultura para milhões de pessoas, bem servida por transportes público, ciclovias e calçadas largas.
A ditadura acabou com dezenas de ipês e fez buraco imperdoável no encontro com a Consolação, que ainda clama por segurança e algum uso.
Com as multidões, a noite e nos fins de semana, a avenida bem que merecia mais limpeza, respeito sonoro e educação de quem a desfruta.

Veja São Paulo de 17 de outubro de 2018.

Av. Paulista 2018




sexta-feira, 28 de setembro de 2018

MAC - Museu de Arte Conteporânea










O MAC, Museu  de Arte Contemporânea foi criado em 1963 quando a Universidade de São Paulo recebeu o acervo do antigo MAM de São Paulo, formado pelas coleções do casal de mecenas Yolanda Penteado e Ciccillo Matarazzo, pelas coleções de obras adquiridas ou recebidas em doação durante a vigência do antigo MAM e pelos prêmios das Bienais de São Paulo, até 1961.
Em seus primeiros anos o MAC USP tratou de preservar, estudar e exibir o acervo, ao mesmo tempo em que se tornava um dos principais centros no hemisfério sul a colecionar, estudar e exibir trabalhos ligados às várias vertentes da arte conceitual, às novas tecnologias e obras que problematizavam a tradição moderna. Foi durante esse período inicial que entraram para a coleção do Museu obras de Lucio Fontana e Artur Barrio, entre muitas outras. O MAC USP passou a ser reconhecido como um importante centro em todas essas áreas, assim como naquelas ligadas à educação pela arte.







Na cobertura, fica o  Restaurante Vista, fica localizado no último andar do prédio do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP, localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo.
O restaurante tem capacidade para 120 lugares e faz parte do complexo gastronômico do MAC, que já conta com uma cafeteria.
O novo espaço ocupa área de 2.200 metros quadrados, sendo 800 metros quadrados de área coberta e 1.400 metros quadrados a céu aberto, com vista panorâmica da cidade de São Paulo. Um bar, batizado de Bar Obelisco, também compõe o ambiente.