sábado, 13 de outubro de 2018

Avenida Paulista vista do alto







Av. Paulista 1891


Av. Paulista 1902

Que bela troca a Avenida Paulista fez nas últimas seis décadas. De um punhado de palacetes para uma pequena minoria, virou um motor  de empregos, moradia, diversão, manifestações e cultura para milhões de pessoas, bem servida por transportes público, ciclovias e calçadas largas.
A ditadura acabou com dezenas de ipês e fez buraco imperdoável no encontro com a Consolação, que ainda clama por segurança e algum uso.
Com as multidões, a noite e nos fins de semana, a avenida bem que merecia mais limpeza, respeito sonoro e educação de quem a desfruta.

Veja São Paulo de 17 de outubro de 2018.

Av. Paulista 2018




sexta-feira, 28 de setembro de 2018

MAC - Museu de Arte Conteporânea










O MAC, Museu  de Arte Contemporânea foi criado em 1963 quando a Universidade de São Paulo recebeu o acervo do antigo MAM de São Paulo, formado pelas coleções do casal de mecenas Yolanda Penteado e Ciccillo Matarazzo, pelas coleções de obras adquiridas ou recebidas em doação durante a vigência do antigo MAM e pelos prêmios das Bienais de São Paulo, até 1961.
Em seus primeiros anos o MAC USP tratou de preservar, estudar e exibir o acervo, ao mesmo tempo em que se tornava um dos principais centros no hemisfério sul a colecionar, estudar e exibir trabalhos ligados às várias vertentes da arte conceitual, às novas tecnologias e obras que problematizavam a tradição moderna. Foi durante esse período inicial que entraram para a coleção do Museu obras de Lucio Fontana e Artur Barrio, entre muitas outras. O MAC USP passou a ser reconhecido como um importante centro em todas essas áreas, assim como naquelas ligadas à educação pela arte.







Na cobertura, fica o  Restaurante Vista, fica localizado no último andar do prédio do Museu de Arte Contemporânea (MAC) da USP, localizado no Parque Ibirapuera, em São Paulo.
O restaurante tem capacidade para 120 lugares e faz parte do complexo gastronômico do MAC, que já conta com uma cafeteria.
O novo espaço ocupa área de 2.200 metros quadrados, sendo 800 metros quadrados de área coberta e 1.400 metros quadrados a céu aberto, com vista panorâmica da cidade de São Paulo. Um bar, batizado de Bar Obelisco, também compõe o ambiente. 

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Elevado Presidente João Goulart - Minhocão




Popularmente conhecida como Minhocão e inaugurada em 1971, a via suspensa foi projetada com o objetivo de encurtar o trajeto  entre o centro e a Zona Oeste, função que cumpre até hoje.
Com o passar dos anos e degradação da região, sua eficácia começou a ser seriamente contestada. O Plano Diretor  entrou em vigor em 2014 determina que o local seja completamente desativado, de forma gradativa - mas sem um prazo determinado.
Há propostas para  transformá-lo em um parque linear, nos moldes do High Line de Nova York, ou ainda de demoli-lo. Enquanto seu destino não é definido, os moradores fazem do elevado um parque nos fins de semana, quando os carros são proibidos de passar por lá.




terça-feira, 28 de agosto de 2018

Igreja da Consolação





Em estilo predominantemente neorromânticos, com traços da arquitetura gótica na fachada, a igreja da Consolação foi projetada pelo alemão Maximilian Emil Hehi,, que também assina os projetos das catedrais da Sé e de Santos.



O templo começou a ser erguido em 1909.
Sua história, no entanto remonta a mais de 200 anos.
A primeira construção, de taipa de pilão, foi levantada em 1799, quando a atual Rua da Consolação, onde está situada, ainda era conhecida como Caminho de Pinheiros,
Acompanhando o crescimento da cidade, o templo foi ampliado em 1840 e demolido em 1907, para dar lugar à atual edificação.
No local, é possível apreciar obras de arte de importantes nome, como Benedito  Calixto, Oscar Pereira da Silva e Edmundo Cagni. Outro destaque é o altar-mor, trazido de Paris, feito de carvalho, mármore e bronze.


quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Centro Cultural do Banco do Brasil




Centro Cultural Banco do Brasil, também conhecido como CCBB, foi inaugurado em 21 de abril de 2001, tendo como sede a rua Álvares Penteado (esquina com a Rua da Quitanda (São Paulo) no centro histórico da cidade. O acesso pode ser feito pelo  metrô, utilizando as estações  Sé e São Bento. As ruas em que se encontra localizado o Centro Cultural atualmente são vias só para pedestres.
O edifício construído em 1901, foi comprado em 1923 pelo  Banco do Brasil. Que coube ao engenheiro-arquiteto Hippolyto Gustavo Pujol Junior transformá-lo em agência bancária, que funcionou de 1927 até 1996 [1], onde tornou-se o primeiro prédio próprio do Banco do Brasil em São Paulo. Os elementos da arquitetura original foram restaurados, mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais significativos exemplos da arquitetura do início do século desta cidade.
A sede tem 4.183 metros quadrados e conta com salas de exposições, um cinema, um teatro, um auditório, salas de vídeo, restaurante, bomboniere e café. É a quinta instituição cultural mais visitada no País e a 69º no mundo, de acordo com o ranking da publicação inglesa The Art Newspaper
 A sala teatral tem capacidade para 130 pessoas.










segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Forte dos Andradasc- Guarujá




Quartel turístico

Quem passa pela Praia de Monduba, no Guarujá, nota a grande estrutura de pedra e alvenaria que parece ter sido erguida para estrelar um filme de guerra. Não é por acaso. A construção do Forte dos Andradas ocorreu de fato, em um período de conflitos militares.
Inaugurado em 1942, esse complexo abriga mirante, instalações subterrâneas e o Hotel de Trânsito da Marinha, mas foi  aberto ao público apenas desde 2016, quando estava prestes a completar 75 anos. Antes, só recebia excursões escolares. Em parceria com a Secretaria de Turismo, a 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea do Exército ofereceu treinamento  de guia turístico à alguns soldados, que contam histórias sobre o lugar durante as visitas gratuitas.





Forte dos Andradas localiza-se na  ponta de Munduva,  ao sul da  Ilha de Santo Amaro,  estado de São Paulo, Brasil. Territorialmente, faz parte do município de Guarujá,  entre os bairros do  Tombo e Jardim Guaiuba.
Inicialmente denominado Forte de Munduba, foi a última grande estrutura defensiva fixa erguida no país, formando sistema com o Forte de Iaipú,  na defesa do acesso à barra do  poro de Santos, à época o maior porto exportador do Brasil, superando inclusive o porto do Rio de Janeiro.







quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Yutaka Toyota - Fundação Armando Alvares Penteado

O Ritmo do Espaço
até dia 02 de setembro de 2018





Para Toyotta, o reflexo é um elemento importante em seu trabalho.Por isso optou em trabalhar inicialmente com o alumínio e depois com o aço por conta de sua superfície. Muitos perguntaram
a ele o por que de não usar espelho,por exemplo. Toyota respondeu que o que interessava a ele era a deformação da imagem que o aço e o alumínio ofereciam por meio do reflexo.
Ao observar seus trabalhos, podemos relacioná-los com as  obras do artista plástico indiano-britânico Anish Kappor. Ele também se utiliza de superfícies reflexivas e de proporções monumentais em suas obras. Em entrevista ao crítico Nicholas Baume, em 2008, Kapoor disse sobre as formas espelhadas  :
"O que é interessante para mim numa superfície polida é que, quando ela é realmente perfeita, algo acontece - ela literalmente deixa de ser física, ela levita  ! E o que acontece com as superfícies côncavas é, a meu ver, ainda mais desconcertante. Elas deixam de ser físicas e esse deixar de ser físico é o que mais  me interessa ".

Nas obras de Toyota e de Kapoor, a participação e a movimentação do público diante dos trabalhos são importantes. Suas obras convocam dualidades como positivo-negativo,volume-leveza, visível-invisível, oriental-ocidental, dentre outros.

"Gostaria que minhas obras nos levassem a uma viagem sideral, multidimensional em que o positivo e o negativo e todos os opostos, o masculino e o feminino, o In e o Yo, e tudo mais, convivam em plena harmonia".

Yutaka Toyota


Esta escultura está localizada na Praça da Sé -  São  Paulo