segunda-feira, 13 de maio de 2013

Conservatório Dramático e Musical

Conservatório Dramático e Musical
Av. São João, 269 - São Paulo


No início do século XX o edifício da Av. São João recebia concertos, saraus e atos solenes.
O Conservatório Dramático e Musical de São Paulo ( CDMSP) foi uma escola superior de música erudita, localizado no centro da cidade de São Paulo, que oferecia bacharelado em música com as seguintes habilitações : canto, composição, regência e instrumento.
Ele surgiu da necessidade premente de São Paulo, que crescia no auge da Era do Café, de abrigar um estabelecimento que desse sólida formação musical na própria cidade.

Foi fundado em 15 de fevereiro de 1906 por Pedro Augusto Gomes Cardim e João Gomes de Araújo, mas as atividades se iniciaram sòmente em 25 de abril daquele ano.

O prédio tombado, foi restaurado e entregue em 2012 com a inauguração da primeira fase da Praça das Artes.

Atualmente é a sede da Escola Municipal de Música de São Paulo.

Mesmo com as administrações que o levaram ao declínio, a instituição sempre gozou de grande prestígio, sendo considerado um dos melhores conservatórios do país.


                                 Conservatório Dramático e Musical, antes da restauração


                                                           O prédio restaurado em 2012

 
 
Hall de entrada
 
 
                                               1a. apresentação em 25 de abril de 1906

                                                             Heitor Villa Lobo - 1925

                                                                  
                                                                Guiomar Novaes

                                                         
                                                                Mário de Andrade

The Insides Are on the Outside/O interior Está no Exterior

 The Insides Are on the Outside/O interior Está no Exterior


Sesc Pompéia - 30 anos
Rua Clélia, 93 - até 30/05/2013



                                                             Lina Bo Bardi ( 1914-1992)

Entrando pela primeira vez na então abandonada Fábrica de tambores do Pompéia em 1976, o que me despertou curiosidade em visita de uma eventual recuperação para transformar o local em centro de lazer, foram aqueles galpões distribuídos racionalmente conforme os projetos ingleses do começo da industrialização européia em  meados dos séculos XIX.
É aqui que começa a histporia da realização do centro Sesc Fábrica da Pompéia .
Ninguém transformou nada.
Encontramos uma estrutura belíssima, arquitetonicamente importante, original, ninguém mexeu.
O Conselho de Arquitetura do Centro de Lazer Sesc Fábrica da Pompéia partiu do desejo de construir uma outra realidade.
Lina Bo Bardi

                        Velha fábrica : projetos  ingleses do começo da industrialização  européia


                                                                             maio/2013

                                                                        O projeto arquitetônico

O projeto do Sesc pompéia teve como premissa básica, recuperar e manter a velha fábrica intervindo com maior ou menor intensidade sempre através de uma perspectiva contemporânea.




                                                                        A obra

A restauração dos galpões foi realizada de 1977 a 1982, tendo seus princípios e critérios básicos fundamentais na Carta de Veneza - uma concepção dinâmica que deixa patente, a história viva do edifício e vicíveis as diversas técnicas que foram empregadas ao longo do tempo.

O Bloco Esportivo foi aberto ao público em 1986, tendo sido construído em concreto numa concepção simples e funcional.


                                                                 Bloco Esportivo

O Sesc Pompéia define programaticamente uma arquitetura como espaço de convivência, de criação artística ligado a vida cotidiana de uma comunidade social, étnica e culturalmente diversificada. É o modelo de uma intervenção política sobre a realidade por mais pontual que possa parecer através do meio  arquitetônico.
Define um sentido de vida humana a participaçãp ativa em processos artísticos coletivos de criação e comunicação do conhecimento da criação coletiva de uma identidade reconhecível.



                                                    O novo uso da velha fábrica no teatro


Em 30 anos de atuação, o Sesc Pompéia apresentou múltiplas atividades em todos os seus setores, utilizando  inclusive a Rua Central com feiras e festas populares buscando inovadoras e espetéculos de vanguarda a preços acessíveis.



                                                                 Projeto do teatro


                                                 Palco onde são realizados os espetáculos

The Insides Are on the Outside/ O Interioro Está no Exterior

Casa de Vidro
Rua  Almério de Moura, 200 - Morumbi - São Paulo



O curador  Hans Ulrich Obrist convidou 34 artistas e arquitetos brasileiros (Waltercio Caldas, Cildo Meireles e outros) e estrangeiros (Olafur Eliasson, Gilbert & George, Isaac Julien e outros) para produzir obras inéditas para a  mostra que toma conta da Casa de Vidro,  onde morou a arquiteta Lina Bo bardi ( 1914-1992).
Para ver esta exposição, o interessante antes é passar pelo Sesc Pompéia que está comemorando 30 anos, e todo o acervo  da arquitetuta está exposto, inclusive com as plantas, comentários da própria Lina.
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Quem visita e  entra na Casa de Vidro, a primeira percepção é de um forte cheiro de café. Na vitrola, um disco toca uma agradável música instrumental. Ouve-se, então, uma  voz masculina, que ordena em italiano :"Lina, va fare un caff'e". A impressão que se tem é de que a arquiteta Lina Bardi, moradora daquele imóvel até a sua morte, em 1992, vai trazer uma bandeja para servir os visitantes. Essa obra sensitiva de Cildo Meireles, Pietro Bo  sobressai na mostra  em cartaz onde hoje funciona o Instituto Bardi.  Ali, elas se misturam ao mobiliário da residência, sem uma diferenciação entre casa e museu.

Casa de Vidro onde morou Lina Bo Bardi
 
 
 
 
 
Gilbert & Gerge
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Casa das Rosas

Casa das Rosas
Av. Paulista, 37 - Bela Vista


O escritório de Ramos de Azevedo projetou a mansão das Rosas em 1930. A bela casa, hoje referencia na vida do paulistano, foi uma das últimas construções realizadas na era da Av. Paulista dos barões do café.

O imóvel foi tombado pelo CONDEPHAT em 22/10/1985.

A casa das rosas foi reaberta em 19/01/1995 com a proposta de ser um espaço cultural diferenciado, informatizado e dedicado a exposições.
Em dezembro de 2004, a mansão passou a se chamar Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e literatura.

 
 
 

Agência Central dos Correios e Telégrafos

Edifício da Agência  Central dos Correiros e  Telégrafos

Vale do Anhangabaú  - São Paulo



O Edifício do Correio Central de São Paulo, um dos poucos edifícios de porte que restam  como testemunho da fase de transformação da cidade no início do século, tem ao longo dos seus setenta e quatro anos de existência, se constituído em marco referencial para a vida  paulistana.
Ainda hoje em que as transformações sofridas pelo centro da cidade no correr do século confere feição característica a paisagem do Vale do Anhangabaú.

Construído pelo escritório de Ramos de Azevedo, o projeto teve como autor Domiziano Rossi, arquiteto italiano radicado em São Paulo e foi  emprendido como parte das comemorações do centenário da independência. O ecletismo de sua arquitetura, o seu porte e o fato de abrigar um dos mais importantes e difundidos serviços em infraestrutura fizeram com que a imagem do edifício se incorporasse à cultura da cidade e à vida de seus habitantes.

Por essse motivo, o edifício é protegido pela Lei de Zoneamento da cidade.
As fachadas externas do edificio encontram-se em bom estado de conservação, constituindo o único elemento integro da construção original, pois seu interior encontra-se totalmente modificado.

Uma das intenções do projeto de reciclagem é conservar as características relevantes do edifício no que tange a sua importância para a história da cidade e da arquitetura. Todavia esta intenção deve ser conciliada com outra igualmente importante qual seja a ampliação do  uso igualmente importante qual seja a ampliação do  uso como forma de revalorização do prédio e como contribuição para o processo de revitalização da cidade.




 
 
 
 
 
 
 

 



Exposição : Eduard Srur - Vale do Anhangabaú

Eduardo Srur

ao ar livre

Vale do Anhangabaú


Está  acontecendo três instalações do artista Eduardo Srur espalhadas pela cidade de São Paulo.

A do vale do Anhangabaú FAROL, feita com 15 000 ratos de borracha.

 
 
                         interessante visto o Farol de longe,  feita com os ratos de borracha ...

Exposição : Cai Guo-Qiang - Agência Central dos Correiros

Caio Guo-Qiang - Da Vinci do Povo


Agência Central dos Correiros
de 20/04 a 23/06/2013



O Ministério da Cultura e o Banco do Brasil com apoio dos Correiros, apresentam :


Cai Guo-Qian - da Vinci do Povo ( Peasant da Vincis), exposição dedicada ao trabalho do inovador artista nascido na China, reconhecido internacionalmente e vencedor de premiações como o Leão de Ouro da Bienal de Veneza de 1999 e o Praemium Imperiale de 2012.

Em Da Vincis do Povo, Cai Guo-Quing apresenta  a inventividade e a criatividade dos camponeses chineses, bem como a grandeza de suas contribuições para o país. A mostra reúne engenhocas artesanais, feitas por esses trabalhadores em colaboração com o pr´prio artista a partir da sucata e materiais de uso cotidiano. A seleção inclui ainda uma série inédita de desenhos feitos com pólvora, marca registrada do trabalho de Cai, produzidos no Brasil, especialmente para a mostra.

Ao realizar a exposição apresentada ao público brasileiro, a obra de um dos mais importantes artistas comtemporâneas da atualidade expandindo a visão sobre a arte e sobre a relação entre o objeto produzido e seus criadores.

 
 
 
 
 
 

Exposição : Cai Guo-Qiang - Centro Cultural Banco do Brasil


Cai Guo-Qiang


Centro Cultural do  Banco do Brasil

Rua Álvares Penteado - 23/06/2013




Ao realizar a exposição, o Centro Cultural Banco do Brasil apresenta ao público brasileiro, a obra de um dos mais importantes artistas contemporâneos da atualidade, expandindo a visão sobre a arte e sobre a relação entre o objeto produzido e seus criadores.

Aviões estão dando rasantes entre os prédios da região central. Há ainda um submarino que flutua sem precisar de água, enquanto um disco voador permanece à espreita de quem passa por ali. Eles poderiam estar no cenário de um filme de ficção científica, mas são parte da megaexposição do chinês Cai Guo-Qiang. Tudo começa nas ruas e segue pelo Centro Cultural do Banco do Brasil e pelo P´redio Histórico dos Correios,  Institulada Da Vincis do Povo, a amostra reúne catorze instalações entre trabalhaos grandiosos do chinês e obras criadas por camponeses de seu país, caso dessas peças exibidas ao ar livre e de um porta-aviões colocados dentro dos Correios.

Diretor de efeitos especiais das cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, Guo-Quiang é autor de enormes painéis inéditos feitos com pólvora ( o maior deles esta no átrio do Centro Ciltural do Banco do Brasil).

 
 
As peças exibidas ao ar livre
 
 
O imenso painel feito com pólvora colocado no átrio do Centro Cultural do Banco do Brasil : grandiosidade


                                                                       Cai Guo-Qiang