segunda-feira, 6 de maio de 2013

Exposição : Khalil Gibran - Memorial da América Latina


Khalil Gibran

Ralização Associação Cultural Brasil-Líbano
Comitê  Nacional Gibran e Museu Gibran

Memorial da América Latina - de 03 de maio a 26 de junho de 2013.

Ao ensejo dos 130 anos de nascimento de um dos escritores mais lidos em todo o mundo, a Associação Cultural Brasil-Líbano , uma rara exposição de Gibran, reunindo, além de sua obra poética e filosófica, documentos e objetos pessoais, sua obra pictórica ; esta, pela primeira vez, trazida à América do Sul.

Gibran é o lídimo representante do Líbano, pequeno país em extensão, grandioso por sua história extremamente importante por sua posição no globo como elo entre três antigos continentes : Europa, Ásia e África.

Moldada por séculos de intercâmbio humanístico, pela diversidade e pela sabedoria oriental, a obra de Gibran tem raízes fundas no cadinho de culturas que difine seu país de origem, bem como tem uma longa vivência do mundo ocidental, o que o torna sua mensagem profundamente humana e consequentemente, universal.






Gibran escreveu quase que exclusivamente em árabe. Publica  sete  livros nessa língua : 1905, " A Música"; 1906 - " As Ninfas do Vale"; - 1908 " As almas Reveldes", - 1912 - "Asas Quebradas" - 1914 - "Làgrima e Sorriso"; - 1919 " As Porcissões"; -1920 " "Tempestade".
Após sua morte,foi  publicado um oitavo livro, sob o título Curiosidades e belezas", composto de artigos e histórias já aparecidos em outros livros e de algumas páginas inéditas.

1918-1931

Gibran morreu em 10 de abril, no hospital São Vicente, em Nova Yorque. A despedia foi grandiosa e comovente como muitos Libaneses que conhecem a fortuna e a glória sob os céus mais diversos, mas aspiram dormir o sono eterno na terra abençoada dos antepassados. Gibran pediu que lhe transladassem os despojos para Bcharre, sua cidade natal. Em 21 de agosto de 1931, os restos mortais chegaram a Beirute  foram acompanhados até Bcharre com manifestações oficiais e populares de proporções inusitadas.
Sobre o túmulo, a simples inscrição :" Aqui   entre nós, dorme  Gibran".
Mas lá dorme somente seu corpo. Sua alma, difundida nos livros, serve de guia a milhões de leitores.





.... sobre o casamento ... Ame um ao outro, mas não crie amarras de amor ...Cantem e dancem e sejam jubilosos, mas deixe um ao outro estar sòzinho, assim como as cordas de um alaúde ficam sòzinhas, mas tremulam com a mesma música.



... amizade  : 19123 : O homem precisa mudar, mas não seu amor nem o seu desejo de que seu amor deve satisfazer as suas necessidades. ( trecho O Profeta ).





... A oração : Você ora em sua aflição e em suas necessidades. Eu gostaria que voce também orasse na totalidade de sua alegria e também orasse em seus dias de abandono.
 


"Vossos filhos não são vossos filhos. São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma".

"A sabedoria é a única riqueza que os tiranos não podem expropriar".

"Vocé dá um pouco quando doa suas posses. É quando você dá de si mesmo que dá verdadeiramente ..."
 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Exposição : Gravuras brasileiras no acervo da Pinacoteca de São Paulo

Gravuras brasileiras no acervo da Pinacoteca de São Paulo - 100 anos de história

Memorial da Resistência de São Paulo
Largo General Osório,66 - Luz

Exposição  de terça-feira a domingo das 10 às 18 horas

Desde 2004, de maneira informal, o 3 andar da Estação Pinacoteca tem sido reservado a exposição de artes gráficas.
O museu resolveu oficializar a decisão e batizou o espaço de Gabinete de Gravura Guito e José  Mindlin. Esta mostra de longa duração elaborada a partir do acervo, reúne 150 artistas, cada um representado com uma obra.

A organização se dá por núcleos, começando pela figuração de cunho expressionista de Lasar Segall, Oswaldo Goeldi e Livio Abramo e chegando a abstração de Iberê Camargo,  Fayga Ostrower e  Farnese de Andrade. Há ainda eixos de construtivistas, da geração pop e inclusive alguns contemporâneas, caso de Elisa Bracher e Sérgio Fungermenn, entre outros.








Museu da Energia de São paulo

Museu da Energia
Alameda Cleveland, 602 - campos Elísios
São Paulo - SP

O Museu da Energia de São Paulo é um espaço aberto para discussão sobre a história da energia, desenvolvimento de tecnologias do setor energético e suas relações com a sociedade e o meio ambiente.

A Fundação Energia e Saneamento, instituída em 1998, abriga um significativo acervo arquivístico, bibliográfico, museológico, arquitetônico e ambiental integrado à sua missão de preservar e divulgar o patrimônio histórico e cultural dos setores de energia e saneamento, por meio de projetos de educação e cultural com clara função social.

A Fundação procura assegurar o adequado tratamento de seu patrimônio e potencializar a sua divulgação por meio de um sistema de Museus da Energia em São Paulo, Jundiaí e  Itú : quatro Pequenas Centrais Hidrelétricas nos municípios de Rio Claro,Salesópolis, Brotas e Santa Rita do Passa Quatro, e um núcleo de Documentação e Pesquisa na capital.

Localizado no bairro de Campos Elíseos, região central da capital paulista, o casarão que abriga o museu foi construído em 1894 e tem projeto assinado de arquiteto Ramos de Azevedo.







quarta-feira, 1 de maio de 2013

Exposição : O agora, o Antes : uma Síntese do Acervo do MAC-USP

Aniversário com estréia

MAC - Av. Pedro Álvares Cabral, 1301 - Vila Mariana - até 27/10/ 2013



Duas novas mostras marcam os cinquenta anos do MAC e inauguram  7 andar da nova sede do  museu.

Em comemoração aos cinquenta anos do MAC e continuidade ao processo de ocupação do edifício do antigo Detran, foram abertas duas grandes exposições no 7 andar do museu. Em uma das alas.

O Agora, o Antes : uma Síntese do acervo do MAC-USP reúne 85 obras.
O curador Tadeu Chiarelli, ao lado de Cristina Freire, estabelece novos significados ao agrupar, por exemplo, a pintura Autorretrato ( 1919 ), do italiano Modigliani, e a colagem Autrorretrato com Modernos Latino-Americanos e Europeus ( 2005/2010), de Albano Afonso. "Enquanto Modigliani se retrata no centro do quadro como um heróia, Afonsose nostra esfacelado no meio da própria arte, diz.

Em outro espaço, a curadora Katia Canton fez uma completa seleção de 67 obras do modernista Di Cavalcanti.

Memorial da Resistência de São Paulo

Memorial da resistência de São Paulo

Largo General Osório, 66 - Luz - São Paulo - SP
visitas de terça-feira a domingo

Este é um lugar dedicado à preservação da memória da resistência e da repressão por meio da musealização de parte do antigo edifício-sede do Departamento Estadual de Ordem Política e Social do Estado de São Paulo - Deops/SP.

Saído das pranchetas do escritório de Ramos de Azevedo, o prédio foi inaugurado em 1914 para funcionamento da administração e depósito da Estrada de ferro Sorocabana. Reformado para abrigar o Deops/SP em 1939, acabou totalmente ocupado pelo orgão a partir de 1940.

Com a extinção do Deops/SP em 1983, o edifício passou a sediar a Delegacia da Defesa  do Consumidor - Decon - até 1997, quando é transferido para a Secretaria de Estado da Cultura. Em 1999, foi tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São paulo - Condephaat - devido à sua importância histórica e arquitetônica. Várias foram as propostas visando novos usos do espaço que, desde 2004, é ocupado pela Estação Pinacoteca.

Depois de reiterados abandonos e de sucessivas identificações para novos usos, parte deste edifício abraça um novo destino ao sediar este Memorial. A partir das memórias daqueles que resistiram, foi possível desvelar uma nova vocação para este espaço e prepará-lo para que as novas geraçõs encontrem aqui, não só as informações sobre as atrocidades da repressão, mas , sobretudo, as inspirações para a valorização da solidariedade, dos princípios democráticos e do respeito à diferença.

Evidenciando mecanismos de controle e abusos da repressão do Estado republicano  brasileiro e resgatando múltiplas manifestações dos diferentes segmentos da população, este Memorial busca promover a concientização sobre os direitos humanos e colaborar para a formação da cidadania, pois apesar da indignação que estes fatos ainda proporcionam, é preciso preservar essas memórias e extrair delas lições de vida que permitam a adequada compreensão do nosso tempo.

O Memorial da Resistencia de São Paulo propõe-se, acima de tudo ser um tributo a todos os que, imbuídos do ideal da justiça e democracia, lutaram e lutam  contra a opressão.

 
Memorial da Resistência  de São Paulo
 
 
 


 
 
 
Carceragem :este espaço oferece possibilidade de aprofundamento temático, por meio da consulta a bancos de dados referenciais. Neste espaço, entre vestígios da memória, encontram-se objetos e documentos provenientes de dossiês e prontuários produzidos pelo Deops/SP.

 
Metalúgicos PARE - estamos em greve - Não entre na Fábrica : panfleto impresso pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico, São Paulo, 1979 - Dossiê 50-B-58 (24).

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Orquestra de Câmera : Heinz Holliger

Sala São Paulo
Praça : Júlio Prestes, 16 - 25/04/2013

Orquestra de Câmara
Heinz Holliger ( Regente e Oboé) rege obras de Schumann, com Thomas Zehetmair ao violino e toca Oboé na série câmara.

Coro da OSEP ( Naomi Munakata ) - regente

Hein Holliger ( 1939 )
Gesange der Fruhe ( c^1nticos da manhã ) - 1987

HEIN HOLLIGER  assumiu  a batuta da OSEP essa semana em um repertório que elege a música de  Robert Schumann como inspiração máxima. Para começar, Hollinger regeu sua própria composição para coro e orquestra.

Gerssanger der Fruhe ( cânticos da manhã ), baseado em textos do poeta alemão Friedrich Holderlin e nas cinco peças austríacas.

 Thomas Zehtmair junto à OSEP para interpretou  o Concerto Para Violino em Ré Menor de Schumann, escrito em 1853, quando o compositor já sofria de sua doença mental.
E para terminar, a impetuosa Sinfonia nr. 1 em Si Bemol Maior - Primavera, de Schumann, fez uma bela evocação ao tema da Temporada de 2013 da OSEP, Sagrações da Primavera.

Esta apresentação fez parte das comemorações do Ano da Alemanha no Brasil.

 
 
 


Orquestra de Câmera
 
 
Regente :  Heinz Holliger
 
 
 
 
Coro da OSEP : Naomi Munakata - regente

Cultura no Prato : Itália - 25-04-2013

Itália no Prato

Sesc Bom Retiro - 25/04/2013


A cozinha italiana  está entre as cozinhas mais famosas do mundo, incluindo uma variedade incrível de pratos diferentes e receitas.

Ela não significa apenas espaguete e pizza, sendo muito mais profundas as raízes da sua arte  culinária, seus pratos regionais vêm de reais circunstância históricas.

Desde o nascimento do molho bechamel, que os vizinhos franceses ainda disputam com a Itália a sua cidadania , passando pela origem do panetone, uma receita tipicamente milanesa, criada pelo padeiro chamado Toni, que deu seu nome a ele (pan del Toni) ou ainda a nacionalidade incerta das massas, que não teriam sido inventadas na Itália, mas teriam sido introduzidas na cozinha pelo famoso explorador Marco Polo, quando voltou de sua viagem à China, em 1291.

As origens do clássico Tiramisu, são muito incertas também. Em italiano, tirami su, de tirare + mi + su : "puxa-me para cima", assim chamado por ser muito energético. Tanto a Toscana, como o Piemonte e o Veneto teriam "inventado" esta iguaria. Muitas são as lendas associadas a esta sobremesa  as  quais  foram atribuídas qualidades afrodisíacas.
 A versão oficial coloca a criação de Tiramisu no século XVII  em Siena, quando alguns dos confeiteiros, antecipando a chegada do grão-duque da Toscana, Cosimo Médici, na cidade, decidiram fazer um bolo para comemorar a sua grandeza. Ele levou  a receita em Florença tornando o Tiramisu conhecido em toda a Itália.

Para realizar o projeto "Itália no Prato", o aclamado Cheg Rodolfo de Santis, nascido na cidade de Gallipoli na região da Puglia, no sul da Itália;
Hoje ele é o Chef do Restaurante Domenico no Jardim Paulista, cuja fama tem se espalhado como o aroma de uma boa "pasta" no circuito gastronômico.



                                                                  Itália no prato


 
entrada : Arancini Siciliano

 
prato principal : Ravioli de abóbora e Ragu de Cordeiro




sobremesa : Tiramisu








Chef  Rodolfo de Santis e Manoel de Brito